Chico Xavier - O Reencontro? lança um olhar sensível e aprofundado sobre esse notável brasileiro sob o ponto de vista do homem Chico Xavier ? não apenas o médium que psicografou suas obras por intermédio de espíritos como Emmanuel, André Luiz ou Bezerra de Menezes. O espetáculo se debruça sob o ponto de vista do Chico Xavier homem, HUMANO que, através de seus discursos que eram baseados no amor e fraternidade, conseguiu mover milhões de pessoas na direção da tolerância e do respeito ao próximo. Na cena, Chico se reencontra com o público após sua morte, aos 92 anos, e revisita questões profundas de sua existência: o medo que tinha da morte, o enfrentamento do câncer, a perda da visão e as dores vividas na infância a partir do despertar de sua mediunidade. Mais que, meramente, relatar fatos biográficos, Chico reflete sobre a condição humana e sobre as fissuras que atravessam a sociedade ? o preconceito, a intolerância, a dificuldade de amar e respeitar o quê ou aquele que lhe é diferente. Unindo docilidade e contundência, Chico se dirige ao público por meio de indagações diretas e práticas, até desconcertantes. A peça provoca cada espectador a refletir sobre sua própria presença no mundo: se tem contribuído para aliviar ou intensificar o sofrimento alheio, se tem facilitado ou dificultado a vida de quem está por perto, se tem buscado o aprimoramento pessoal e a evolução íntima ou não, se tem se empenhado no aprimoramento pessoal dia após dia ou se tem ignorado suas falhas e do que começou. Longe de ser doutrinário, Chico Xavier, O Reencontro propõe um diálogo baseado no AMOR como princípio universal. É a partir dele ? e não da religião ? que o personagem aponta caminhos possíveis para que a humanidade se torne viável, rompendo ciclos de destruição marcados por guerras, opressões e injustiças. O espetáculo convida o público a uma escuta profunda e a uma revisão ética do próprio modo de existir, lembrando que a transformação do mundo começa, inevitavelmente, na transformação de cada indivíduo.
ANA CAROLINA RAINHA é atriz, produtora e modelo, com trajetória consolidada no teatro brasileiro. Ao longo de sua carreira, recebeu quatro prêmios de Melhor Atriz: Festival de Teatro da Cidade de São Paulo (2009), Festival de Esquetes do Rio de Janeiro (2010), Festival de Teatro do Rio de Janeiro (2011) e Festival Internacional de Teatro da Cidade do Rio de Janeiro (2012). Em 2025, foi contemplada com o Prêmio Arte em Movimento, reconhecimento por sua contribuição às artes cênicas.
Com ampla experiência em televisão, participou de novelas e comerciais, e no teatro teve formação e orientação com importantes nomes da cena nacional, como Moisés Miastkwisk, Beto Silveira, Daniel Hertz, Ana Rosa, Julia Carrera, Paulo Giardini, Mario Cardona Jr., Monica Alvarenga e Ticiana Studart, entre outros.
Atualmente, integra o elenco do espetáculo Allan Kardec - Um Olhar para a Eternidade, sucesso de Paulo Afonso de Lima, com direção de Ana Rosa, em circulação por diversas cidades do Brasil. Produz e atua nas montagens Avental Todo Sujo de Ovo, de Marcos Barbosa, sob direção de Mario Cardona Jr., e As Divinas Mãos de Adan, com direção de Emer Lavine. Em 2025, estreou como Lindaura na comédia Minha Mãe é um Espírito, dirigida por Ticiana Studart, espetáculo que já conta com datas confirmadas em várias cidades brasileiras ao longo de 2026.
LUCAS FIGUEIREDO é ator, diretor e produtor, bacharel em Artes Cênicas pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras. Desenvolve trabalhos artísticos há mais de quinze anos em Saquarema, sua cidade natal, onde atua de forma contínua na formação cultural e na produção teatral, sendo um dos gestores da LaborArte Produções.
Vencedor do Prêmio Arte em Movimento (2025), Lucas reside há oito anos no Rio de Janeiro, onde construiu uma trajetória sólida, trabalhando com importantes nomes do teatro brasileiro, como Ticiana Studart, João Fonseca, Marcos França e Luiz Furlanetto, entre outros. Integra o elenco do espetáculo Allan Kardec - Um Olhar para a Eternidade, texto de Paulo Afonso de Lima, com direção de Ana Rosa, em circulação por diversas cidades do Brasil.
Atualmente, está em cartaz com o clássico O Bem-Amado, de Dias Gomes, sob direção de Marcus Alvisi, protagonizado por Diogo Vilela. Em 2025, estreou como Rick na comédia Minha Mãe é um Espírito, ao lado de Ana Carolina Rainha, com direção de Ticiana Studart. Após o sucesso da estreia em Saquarema-RJ e da temporada no Cine Joia, o espetáculo retorna em turnê nacional em 2026.